A Plenitude da Interferência

Deus tem intervindo muitas vezes e de muitas maneiras.

 

Quando as coisas se aproximam do insuportável, Deus intervém.

 

Quando o cálice de sua ira transborda, Deus intervém.

 

Quando não há mais esperança, Deus intervém.

 

Quando todos se voltam para Ele, Deus intervém.

 

Quando ninguém espera, Deus intervém.

 

Quando chega o seu tempo e a sua vez, Deus intervém.

 

Quando o crente está no limite de suas forças, Deus intervém.

 

Às vezes o próprio homem fica horrorizado com o que está acontecendo e diz para Deus: “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois eles violaram a tua Lei” (Salmos 119.126).

 

A parábola dos lavradores maus no Evangelho de Lucas 20.9-18, resume parte da história das interferências de Deus. Os servos enviados pelo “dono da vinha”, de tempos em tempos, representam os profetas, que falavam da parte de Deus. O “filho amado”, enviado por último, representa o próprio Jesus Cristo, a interferência maior.

 

A proclamação da soberania de Deus é sempre uma interferência. É como lembram as primeiras palavras da Carta aos Hebreus: “Havendo Deus, outrora, falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o Universo” (Hebreus 1.1-2).

 

Ora Deus intervém derramando de modo especial a sua zanga, o seu cálice de ira, a expressão de sua justiça e severidade, como aconteceu com o dilúvio, com a destruição de Sodoma e Gomorra e com a tomada de Jerusalém. Ora Ele intervém através da operação irremovível e irreversível de um obstáculo que obriga os homens a fazerem o que Ele quer e o que Ele ordena, como aconteceu com a confusão das línguas na Torre de Babel e com a perseguição aos cristãos, que os obrigou a se dispersarem pelas nações.

 

A vinda de Jesus ao mundo é a plenitude dos tempos, mas não é a plenitude da interferência. A plenitude da interferência será quando Jesus voltar “com poder e muita glória”, depois de haver posto “todos os seus inimigos debaixo dos seus pés”.

 

O momento solene da plenitude da interferência será quando Jesus “entregar o Reino ao Deus e Pai”, e tudo será consumado.

 

E você? Está preparado para esta plenitude da interferência?

 

A Bíblia diz: (Mateus 24.14) "E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim".

 

Se esta mensagem tocou em seu coração e você quer conhecer mais acerca de Deus, Jesus, Espírito Santo e a Igreja, entre em contato conosco. Fale de sua decisão, e faça seu pedido de oração:

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