O Perigo da Fixação

 

Mensagem ministrada em 4 de Dezembro de 2005


    TEXTO BASE: (Gênesis 37.31-35) "Então, tomaram a túnica de José, mataram um bode e a molharam no sangue. E enviaram a túnica talar de mangas compridas, fizeram-na levar a seu pai e lhe disseram: Achamos isto; vê se é ou não a túnica de teu filho. Ele a reconheceu e disse: É a túnica de meu filho; um animal selvagem o terá comido, certamente José foi despedaçado. Então, Jacó rasgou as suas vestes, e se cingiu de pano de saco, e lamentou o filho por muitos dias.
35 Levantaram-se todos os seus filhos e todas as suas filhas, para o consolarem; ele, porém, recusou ser consolado e disse: Chorando, descerei a meu filho até à sepultura. E de fato o chorou seu pai"
.

    INTRODUÇÃO: Existem pessoas que recusam qualquer tipo de alívio. É o caso de Jacó, cujo filho José, fora dado como morto. Todos os seus filhos e filhas levantaram-se para o consolar, mas o Patriarca não quis ser consolado.
    A fixação pelo problema é tão grande, que fecha a porta para qualquer tipo de alívio e dispensa todo o consolo que o Espírito Santo e o passar do tempo produz.

    1. A FIXAÇÃO É CAUSADORA DE TRAUMAS: Essa fixação pelo problema pode causar traumas, que mais tarde provocarão sofrimentos ainda maiores. As vítimas da fixação por algum problema parecem que se sentem bem, em estar tocando sempre no mesmo assunto. E aquelas que perderam algum ente querido, acreditam que a não fixação é um desrespeito à memória do morto. E por isso conservam intactos o quarto e os pertences do ente querido que partiu. Criam um ambiente mórbido. Param no tempo. Entregam-se à dor e não esboçam a menor reação.

    2. O MELHOR REMÉDIO É ADAPTAR-SE À REALIDADE: Foi assim que Davi se comportou quando soube da morte do filho recém-nascido, por cuja cura orou com intensidade. Davi encerrou definitivamente o assunto da morte da criança e explicou aos seus amigos: (2º Samuel 12.18-23) "Ao sétimo dia, morreu a criança; e temiam os servos de Davi informá-lo de que a criança era morta, porque diziam: Eis que, estando a criança ainda viva, lhe falávamos, porém não dava ouvidos à nossa voz; como, pois, lhe diremos que a criança é morta? Porque mais se afligirá. Viu, porém, Davi que seus servos cochichavam uns com os outros e entendeu que a criança era morta, pelo que disse aos seus servos: É morta a criança? Eles responderam: Morreu. Então, Davi se levantou da terra; lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do SENHOR e adorou; depois, veio para sua casa e pediu pão; puseram-no diante dele, e ele comeu. Disseram-lhe seus servos: Que é isto que fizeste? Pela criança viva jejuaste e choraste; porém, depois que ela morreu, te levantaste e comeste pão. Respondeu ele: Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: Quem sabe se o SENHOR se compadecerá de mim, e continuará viva a criança? Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim".
    O rei Davi não se fez de coitado e nem ficou zangado com Deus. Ao contrário, ele facilitou e apressou o processo da superação da dor e readaptou-se à realidade, retornando rapidamente às atividades normais.

    CONCLUSÃO: Para o nosso bem e dos que nos cercam, não devemos nos amarrar à dor, afastando de vez o necessário alívio.
    Se você vive preso à alguma dor, à algum sofrimento, à algum problema que já teve o seu desfecho, liberte-se desse trauma. Aceite e receba o alívio que o Espírito Santo traz e deixe que Deus cuide de você! Deixe Ele te curar! Te sarar! Te restaurar! Pare com toda este fixação.

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