Reflexões Bíblicas
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Os Direitos de Deus


Hoje em dia se fala muito sobre os direitos humanos, os direitos do homem. E muito pouco ou quase nada, sobre os direitos de Deus. Por incrível que pareça, os direitos do homem estão afastando os direitos de Deus.

Um dos direitos de Deus é escolher quem Ele quiser e para o que Ele quiser. Até para salvar da doença, da morte física e da morte eterna. Deus é quem escolhe os agraciados. Daí a necessidade de o homem se confessar totalmente dependente da misericórdia divina.

Se Moisés teve o direito de escolher os seus próprios auxiliares (Êxodo 18.25), se Josué teve o direito de escolher um homem de cada tribo para retirar doze pedras do rio Jordão para ficarem por memorial (Josué 4.4), se o rei Saul teve o direito de escolher três mil homens de Israel para formar o seu exército (1º Samuel 13.2). Por que Deus não teria o direito de escolher os que hão de ser salvos e os que hão de ser enviados?

A soberania de Deus é uma tradição histórica. Entre os muitos povos, Deus escolheu Israel. Entre as doze tribos de Israel, Deus escolheu a tribo de Judá.

Entre as cidades de Israel, Deus escolheu a cidade de Jerusalém. Entre os oito filhos de Jessé, Deus escolheu a Davi. Entre os muitos filhos de Davi, Deus escolheu Salomão.

Entre as muitas viúvas necessitadas quando o céu se fechou no tempo de Elias, Deus escolheu apenas a viúva de Sarepta para abastecer a sua despensa (Lucas 4.25-26). Entre os muitos leprosos existentes em Israel nos dias de Eliseu, Deus escolheu apenas Naamã, que não era israelita, para ser curado da lepra (Lucas 4.27). Entre centenas de opositores e perseguidores, Deus escolheu Saulo para levar o nome de Jesus perante reis e magistrados (Atos 9.15).

Entre bilhões de pecadores aqui e acolá, Deus escolheu alguns para lhes abrir o coração e, como conseqüência, aceitarem plenamente o Evangelho (Efésios 1.3-5; 2ª Tessalonicenses 2.13-14).

A soberania de Deus é uma doutrina, como está registrado na Carta aos Romanos 9.15: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia, e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão”.

Diante deste fato, é melhor que respeitemos os direitos de Deus.

A Bíblia diz: (Romanos 9.20-21) "Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?".

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