Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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A Plenitude da Lembrança


A memória grava nomes, rostos, lugares, quadros, momentos de intensa alegria e de intensa dor, situações, experiências, elogios, reprimendas, sensações e muitas outras coisas que entram para o patrimônio histórico individual por meio dos sentidos. Sempre existe espaço na memória para mais um registro, seja ele bom ou ruim.

A plenitude da lembrança não é a lembrança da primeira bicicleta, não é a lembrança da primeira escola, não é a lembrança da primeira formatura, não é a lembrança do primeiro amor, da primeira barba, do primeiro emprego, do primeiro carro, do primeiro filho ou do primeiro prêmio.

Tampouco não é a lembrança do casamento, da lua de mel, da aquisição da casa própria, das bodas de ouro ou da aposentadoria.

A plenitude da lembrança também não é a lembrança do filho que partiu antes dos pais, não é a lembrança da morte do cônjuge, da desgraça econômica ou da ingratidão humana.

A plenitude da lembrança é a lembrança do pecado sem perdão, a lembrança da incredulidade crônica, a lembrança dos dias aceitáveis que passaram. A plenitude da lembrança é a lembrança da apatia religiosa permanente, a lembrança do não-arrependimento, a lembrança da não-conversão, a lembrança da não-aceitação da dádiva de Deus.

A lembrança maior, a lembrança mais sofrida, a lembrança mais vergonhosa é a lembrança manifestada pelo filho pródigo quando ele diz: “Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura e eu aqui morto de fome” (Lucas 15.17), só que esta lembrança elevada ao infinito.

A plenitude da lembrança é a lembrança daquele que está do outro lado do abismo por escolha própria, por descuido próprio, por incompetência própria, por culpa própria, ardendo em remorso de intensidade insuportável (Lucas 16.23).

A plenitude da lembrança é a lembrança que sai do tempo e entra na eternidade, de onde não se pode nunca mais sair. É a lembrança de fato irreversível e de fato eterna, comumente chamada de inferno.

Para não se correr o risco de passar por este tipo de lembrança, é preciso, hoje, se lembrar do sacrifício de Cristo e se entregar de todo coração a Ele:

A Bíblia diz: (Apocalipse 2.5) "Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas".

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