Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
Rádio Popular FM e Rádio Água Viva On-Line

Guerra e Paz


Todos os esforços deverão ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poderá ser por meio da diplomacia, que, hoje em dia, abençoa os entendimentos por meio do diálogo, ou através da educação popular.

Pela educação, as criaturas poderão ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra seja em razão do que for.

Vivemos a fase em que a humanidade deve exercitar a razão com todos os seus componentes, trabalhando na construção da paz. As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalharão para a paz. Para isso, todas as providências deverão estar voltadas para a educação do indivíduo.

Nas guerras, não morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou são devorados por explosões de quaisquer tipos.  Também morrem, no abismo da dor, um número ilimitado de pais e de mães, que recebem objetos de uso pessoal e condecorações dos seus filhos desaparecidos. Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solidão, após receberem as documentações que honram os seus maridos mortos em batalhas. Morrem na revolta, na mágoa, no desejo de vingança contra a sociedade, multidões de filhos levados à orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausoléus dos heróis, que as nações lhes constroem, como se isto fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.

E o saldo dos mutilados físicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na violência, no crime, nos vícios e no infortúnio?

Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apareça onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas conseqüências dessa tragédia para a humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.

Jesus, o herói da sepultura vazia, nos conclamou para a paz. Ele afirmou que os mansos herdariam a terra e os pacíficos seriam chamados filhos de Deus.

Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumento da paz, permitindo que o suave ensino do Mestre da Galiléia ilumine a nossa intimidade, iluminando os que vivem e convivem conosco.

O homem que possui a paz, não é apenas o homem de face serena. Mas, é o homem de bem, o que trabalha incessantemente cumprindo o seu dever. Assim, adquirir paz não é somente estar com a consciência tranqüila, porém, mais do que isto, é trabalhar pela edificação da paz alheia, permanecendo em tranqüilidade.

A Bíblia diz: (Romanos 12.17-18) Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens.

Possamos ser os proclamadores da paz, e que a paz de Deus reine em cada coração!

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