Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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A Tolerância


A tolerância é esse sentimento doce e fraternal que todo ser humano deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso. A tolerância não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, ou divulgá-los. Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente.

E, se a maldade os descobre, tem sempre pronta uma palavra para eles, palavra plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com maldosa intenção.

A tolerância jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço. Mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os amenizarem tanto quanto possível.

A tolerância não faz observações chocantes, não têm nos lábios censuras. Apenas conselhos e, as mais das vezes, velados. Ao fazer uma crítica qualquer, ela sempre irá pensar antes: Que conseqüência se irá de tirar destas palavras?

Seres humanos! Quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios atos, sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos? Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

Sede severos para convosco, tolerantes para com os outros. Lembrai-vos de que, talvez, tenhais cometido faltas mais graves.

Sede tolerantes, porquanto a tolerância atrai, acalma, ergue, ao passo que falar o que se pensa desanima, afasta e irrita.

A tolerância não se entende por conivência com a coisa errada, de forma alguma, mas, de uma forma benevolente, de tratar a alma equivocada ou errada.

Quase sempre a crítica, a condenação, não visa o bem comum, mas sim uma satisfação desequilibrada em simplesmente falar mal, ou condenar.

A maledicência é provocadora de prazer mórbido que atesta deficiência de caráter humano.

Sejamos, pois, tolerantes, da mesma forma que o Criador o é sempre conosco, nos dando novas chances de acertar após nossos erros. A tolerância é amor, é compreensão e perdão.

O verdadeiro caráter do amor é a modéstia e a humildade em esforçar-se por fazer com que prevaleça o que exista de bom e virtuoso. Embora o coração humano seja um abismo de corrupção, sempre existe, em algumas de suas dobras mais ocultas, a semente de bons sentimentos, a centelha viva da essência espiritual.

Bíblia diz: (1 João 4.11) “Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros”.

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