Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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O Buraco Negro do Final dos Tempos


O castigo existe. Tem de existir. É uma exigência da justiça, da ordem e da segurança pessoal e coletiva.

Quando não existe julgamento, condenação e punição, a porta para a vingança e para a chamada justiça com as próprias mãos fica aberta.

Porque a tribo de Benjamim não puniu aqueles rapazes de Gibeá, que abusaram a noite toda de uma mulher e a mataram, as outras tribos de Israel se revoltaram e iniciaram um conflito que redundou na morte de 65.000 pessoas e na quase completa eliminação da tribo de Benjamim (Juízes 19.1-20.48).

Porque Davi não puniu a Ammon por ter violentado sua irmã por parte de pai, Absalão, o irmão da vítima, o matou a traição (2º Samuel 13.1-36).

A ausência de justiça desencadeia outros crimes e leva ao caos.

Não há como evitar. O pecado não admitido, não confessado, não abandonado e, portanto, não perdoado é levado a juízo e será punido. Seja qual for o transgressor. Seja qual for o pecado.

Essa punição nem sempre ocorre aqui e agora. Mas certamente acontecerá naquele momento que chamamos de Juízo Final, o juízo escatológico, o juízo de Deus. Todo pecado acumulado, do homem e da mulher, da sociedade e da Igreja, dos governos e das nações... será trazido à tona, julgado e condenado.

Não podemos perder a noção de um Deus santo e justo, revestido de autoridade e poder. Não podemos nos divorciar de Deus e nem devemos ficar sentidos com Ele ou revoltados contra Ele em razão da certeza absoluta de Sua justiça e da manifestação plena dessa justiça mais na frente. Pois, “de acordo com a Sua promessa, esperamos novos céus e nova Terra, onde habita a justiça” (2ª Pedro 3.13).

A expressão “buraco negro do final dos tempos” é realmente apropriada. Trata-se de uma figura para substituir outra figura, muito usada no Livro de Apocalipse. Lá se diz que a besta e o falso profeta “foram lançados vivos dentro do lago de fogo que arde com enxofre” (Apocalipse 19.20). Lá se diz que o diabo “foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre” (Apocalipse 20.10). Lá se diz que “a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo” (Apocalipse 20.14). Lá se diz que todos aqueles cujos nomes não se encontram no Livro da Vida foram lançados para dentro do lago de fogo (Apocalipse 20.15). Lá se diz que “os covardes, os incrédulos, os abomináveis, os assassinos, os que cometem imoralidades sexuais, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos... o lugar deles será no lago de fogo que arde com enxofre” (Apocalipse 21.8).

De qualquer forma, o buraco negro do final dos tempos, o lago de fogo e enxofre ou a segunda morte (a primeira é a morte física) são apenas figuras da justiça divina, da punição eterna, por eras que tombam sobre eras numa sucessão interminável. A justiça divina admite e anuncia o castigo do pecado não reconhecido, não abandonado e, portanto, não perdoado. Cabe a nós, hoje, agora, reconhecermos o pecado, abandonarmos o pecado e buscarmos o perdão de Deus enquanto ainda há tempo.

A Bíblia diz: (1 João 1.9) "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça".

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