Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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Um Pai Extremamente Zeloso


Temos ouvido falar dobre o caráter íntegro de Jó. Temos ouvido falar sobre o incrível sofrimento de Jó, sobre a inigualável paciência de Jó e sobre o último estado de Jó. Mas quase nunca falamos sobre o cuidado de Jó com a manutenção da vida espiritual de seus dez filhos.

O homem rico da terra de Uz não se preocupava apenas com o seu comportamento diante de Deus. Ele queria que seus filhos também estivessem na presença do Todo-Poderoso.

Com receio de que os sete filhos homens e as três filhas mulheres cometessem algum excesso naquele rodízio de banquetes que promoviam uns nas casas dos outros, Jó os chamava à sua presença, ao final de cada rodada, e, então, os santificava. Também Jó se levantava, mais cedo do que de costume e oferecia sacrifícios pelo eventual pecado de cada um deles. “Talvez”, dizia Jó com seus botões, “tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração”. Isso Jó fazia não de vez em quando, mas continuamente (Jó 1.5).

Jó provavelmente ficava matutando: “Talvez meus filhos tenham se excedido na bebida; talvez tenham ficado alegres demais e brincado com o nome de Deus; talvez estejam só pensando neles próprios e nunca no numeroso pessoal que trabalha com eles na fazenda de gado; talvez estejam valorizando demais as riquezas da família; talvez estejam brigando entre si por causa da herança; talvez sua vida espiritual esteja tão rasa que não suportem nenhum possível revés mais na frente; talvez estejam se acomodando demais com o conforto e o poder da prosperidade; talvez não estejam se importando com a educação dos próprios filhos no temor do Senhor; talvez o casamento deles não esteja indo bem e termine em separação; talvez.. talvez... e talvez...”.

Este é um lado esplêndido da vida de Jó. Ele conhecia a natureza humana. Ele não era um pai coruja a ponto de pensar que os filhos dos outros não eram capazes, mas os seus eram. E mesmo não sabendo nada de concreto, Jó oferecia holocaustos para restaurar a santidade possivelmente arranhada por alguma palavra, por algum gesto, por alguma negligência, por alguma loucura. E olha que os dez filhos eram grandes, já criados, já moravam em casas próprias, certamente já tinham família. Mas todavia, lá estava o homem mais rico do Oriente, de sentinela, levando seus filhos de contínuo à presença de Deus.

O cuidado pastoral de Jó por seus filhos, dia após dia, sem dúvida alguma o ajudou a suportar a tragédia que se abateu sobre ele, quando de uma hora para outra, um vento muito forte, vindo do deserto soprou contra a casa do filho mais velho, derrubando-a por inteiro e soterrando as três moças e os sete rapazes e, quem sabe, seus genros, noras e netos. No dia seguinte, Jó os sepultou não como ímpios, mas sim, como mortais sujeitos ao pecado, mas que tinham sido cuidadosamente mantidos na presença de Deus.

O mesmo devemos fazer nós em relação aos nossos filhos. Devemos apresentar continuamente nossos filhos perante o Senhor Todo-Poderoso.

A Bíblia diz: (Deuteronômio 6.6-1) "Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te".

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