Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
Rádio Popular FM e Rádio Água Viva On-Line

O Casamento da Religião com o Cifrão


Cresce cada vez mais o casamento da religião com a prosperidade. O ter continua atraindo muito mais do que o ser. Hoje em dia, o fim principal do homem não é glorificar a Deus nem desfrutar de Sua presença para sempre., mas o fim principal do homem é a segurança financeira, são os bens de consumo, é o conforto proporcionado pela máquina, é a beleza do corpo, a beleza da roupa, a beleza das jóias, a beleza da casa, a beleza do carro. O que se valoriza hoje é a criatura e não o Criador, a saúde do corpo e não a saúde da alma, o tempo presente e não a eternidade.

A religião está em alta. A explicação que se tem é que o mundo está ficando tão insatisfeito que as pessoas estão se voltando para a religião. Não importa qual a religião. Pode ser o cristianismo, pode ser o esoterismo, pode ser a mistura do cristianismo com o esoterismo, a mistura do cristianismo com o espiritismo, e por aí se vai. Não existe pureza doutrinária. Não existe necessariamente mudança de caráter, mudança de vida. Em muitos casos a religião não tem provocado arrependimento, não tem provocado renúncia, não tem provocado desprendimento, não tem provocado humildade.

Boa parte do movimento neo-pentecostal está comprometido com a chamada Teologia da Prosperidade. O casamento da religião com a prosperidade é sólido, mais consolidado que muitos matrimônios entre homem e mulher, e não existe sinais de ruptura à vista. Nestes segmentos religiosos a fé é considerada um trampolim para a obtenção e manutenção da qualidade da vida material e não da vida espiritual.

Na verdade, o que se tem visto é um outro Jesus:! O Jesus atual parece proteger a riqueza dos ricos, enquanto que o Jesus da Bíblia mandava ajuntar tesouros no céu, “onde os ladrões não arrombam nem furtam” (Mateus 6.19).

O Jesus de hoje parece encorajar a riqueza. O Jesus da Bíblia explicava que “mais bem-aventurado é dar do que receber” (Atos 20.35).

O Jesus deste século parece não esvaziar os bens de ninguém. O Jesus dos Evangelhos encorajava o esvaziamento das riquezas, em benefício da própria pessoa, em benefício alheio e em benefício do Reino de Deus (Lucas 18.18-30; Lucas 19.1-10).

No casamento da religião com o cifrão existem coisas muito esquisitas. Hoje, o perigo é Jesus nos causar um desapontamento por não nos satisfazer materialmente. Ontem, o perigo era nós desapontarmos a Jesus.

O lado mau desse esquisito despertar religioso é que os novos fiéis não conseguem enxergar o valor das riquezas acumuladas no céu. São como aquele homem muito rico relatado no Evangelho de Lucas 18.18-23, que procurou Jesus e depois desistiu dele.

Que não venhamos ser seduzidos a ponto de fazermos o mesmo.

A Bíblia diz: (Mateus 16.25-26) "Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?".

Se esta mensagem tocou em seu coração e você quer conhecer mais acerca de Deus, de Jesus, do Espírito Santo e da Igreja, entre em contato conosco. Fale de sua de decisão, e faça seu pedido de oração: {Clique aqui}


Reflexão anterior - Próxima reflexão -

Outras reflexões


Dê a sua Opinião sobre esta reflexão - Imprima esta reflexão