Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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As Impossibilidades do Todo-Poderoso


O  nosso Deus é Todo-Poderoso!

Ele é Deus Onipresente: O tempo para Ele não existe. Ele está em todo tempo e em todo lugar. Ele é o alfa e o ômega; está, portanto, nas duas pontas do tempo, no começo  e no fim. Nossa frágil mente não consegue imaginar Sua grandeza.

Ele também é Deus Onisciente: Ele tem consciência instantânea de milhões de eventos e fenômenos. Nós somos intelectualmente limitados, construímos um pensamento por vez e nos concentramos num evento por vez. Mas o Deus descrito nas Escrituras é ilimitado.

E por último, nosso Deus é Onipotente: Ele é auto-existente. Sua natureza é eterna e incriada. Seu poder não tem limites. Faz tudo o que quer segundo o conselho de Sua vontade.

Não obstante a todas essas incomunicáveis qualidades divinas, o nosso Deus, o Todo-Poderoso, ao ver o Seu Filho Jesus morrer na cruz, experimentou limitações jamais vividas. Ele tinha todo o poder para salvar Seu Filho, mas, por que não o fez? Qualquer pai, com tantas limitações afetivas, daria o mundo para salvar seu filho; mas,  por que Deus não o fez?

A razão é porque ambos amaram a humanidade. E assim o Pai se dispôs a abrir mão de Seu Filho e Seu Filho se dispôs a  morrer pela humanidade. Na Cruz, o Filho satisfez a justiça do  Pai, representando o ser humano caído, para que este pudesse ter novamente acesso ao Pai.

Mas, por que Eles não arquitetaram um plano que exigisse menos sacrifício Deles mesmos?  Por que sofreram ao limite do inimaginável? A razão é simples. Não tinham outro caminho. Existem pais que ficam sentados no leito de seu filho por dias e dias quando eles estão internados em um hospital. Não fecham seus olhos quando suas crianças correm risco de vida, mas Deus teve que fechar os seus olhos quando viu o Seu Filho morrendo, e isso por amor a nós.

Pela primeira vez na história, um Pai viu um Filho morrendo e não pôde fazer nada por Ele, embora tivesse todas as condições para isso. A única coisa que Ele pôde fazer foi chorar.

E aí, você pergunta: Deus tem lágrimas? Não sabemos. Mas certamente chorou muito. As seis horas da crucificação foram para o Pai as mais longas do que todo tempo decorrido na eternidade passada. Difícil é dizer quem estava sofrendo mais: o Filho ou o Pai. Pois, não existe pior sofrimento para um pai do que ver seu filho morrer, ainda mais de forma agonizante. E não existe dor pior do que morrer numa cruz, principalmente mantendo a lucidez e expressando ternura. Ambos estavam se contorcendo de amor e dor.

Nunca a espécie humana foi amada coletivamente de maneira tão intensa. Deveria haver outros caminhos para o Autor da vida e Seu Filho resgatarem a humanidade, podemos pensar. Mas não havia. Essa é a razão lógica e razoável. Essa foi a única forma do Pai e do Filho justificarem e afirmarem o Seu incomensurável amor por nós.

A Bíblia diz: (Romanos 5.8) “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.

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