Reflexões Bíblicas
Mensagens ministradas no Programa Tempo de Festa
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A Fábula da Convivência


Durante uma era glacial, muito remota, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram indefesos, por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, a se juntar mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, se agasalhavam mutuamente, se aqueciam, enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso.

Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte.

Diante das espetadas eles se afastaram, feridos, magoados, sofridos. Se dispersaram, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus semelhantes, pois, doíam muito.

Mas, essa não foi a melhor solução! Afastados, separados, logo começaram a morrer congelados. Os que não morreram voltaram a se aproximar pouco a pouco, com jeito, com precauções, de tal forma que, unidos, cada qual conservava uma certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver sem ferir, mas também o suficiente para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos. Assim se suportaram, resistindo à longa era glacial e sobreviveram!

Esta fábula tem muito a nos ensinar. Precisamos do calor de nosso próximo para sobrevivermos, mas existem espinhos, existem pontas, existem arestas que nos machucam. A tendência é se afastar, é ficar distante, é abandonar. Mas isso é ainda pior! Longe do convívio, a morte é certa, pois não fomos feitos para viver sozinhos.

A solução então é se achegar mais. Estar mais perto, talvez com mais cautela, com mais cuidado para não se ferir e também para não ferir aos outros. Buscando em Deus sabedoria e compreensão. E se conseguirmos superar os espinhos, com certeza, sobreviveremos!

A Bíblia diz: (Efésios 4.1-3) “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”.

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