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Bíblia Cronológica – Versões | Dia 254

254º Dia – 11 de Setembro

EXÍLIO BABILÔNIO

REINO DA BABILÔNIAProfeta Daniel: Testemunho de Louvor a Deus por Nabucodonosor

(Dn 4.1-3) 1O rei Nabucodonosor às pessoas de todos os povos, nações e línguas, que habitam em toda a terra: “Que a paz lhes seja multiplicada! (NAA) 2Tenho a satisfação de falar-lhes a respeito dos sinais e das maravilhas que o Deus Altíssimo realizou para mim (NVI). 3Como são grandes os seus sinais, e como são poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino eterno, e o seu domínio se estende de geração em geração” (NAA).

Profeta Daniel: O Segundo Sonho de Nabucodonosor

(Dn 4.4-7) 4Eu, Nabucodonosor, vivia em meu palácio, com todo conforto e prosperidade (NVT). 5Tive um sonho que me deixou alarmado. Estando eu deitado em minha cama, os pensamentos e visões que passaram pela minha mente deixaram-me aterrorizado (NVI). 6Por isso, expedi um decreto, ordenando que fossem trazidos à minha presença todos os sábios da Babilônia, para que me revelassem a interpretação do sonho (NAA). 7Quando todos os magos, encantadores, astrólogos e adivinhos vieram, eu lhes contei meu sonho, mas eles não foram capazes de me dizer o que ele significava (NVT).

(Dn 4.8-12) 8Por fim veio Daniel à minha presença e eu lhe contei o sonho. Ele é chamado Beltessazar, em homenagem ao nome do meu deus; e o espírito dos santos deuses está nele. 9Eu disse: “Beltessazar, chefe dos magos, sei que o espírito dos santos deuses está em você, e que nenhum mistério é difícil demais para você. Vou contar-lhe o meu sonho; interprete-o para mim” (NVI). 10Estas foram as visões que passaram diante dos meus olhos quando eu estava deitado na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era enorme. 11A árvore cresceu e se tornou forte, de maneira que a sua altura chegou até o céu; ela podia ser vista desde os confins da terra. 12A sua folhagem era bela, o seu fruto era abundante, e nela havia sustento para todos. Debaixo dela os animais selvagens achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos; e todos os seres vivos se alimentavam dela (NAA).

(Dn 4.13-18) 13No meu sonho, quando eu estava na minha cama, vi um vigilante, um santo, que descia do céu, 14gritando em alta voz: “Derrubem a árvore, cortem os seus ramos, arranquem as folhas e espalhem os seus frutos. Espantem os animais que estão debaixo dela e as aves que fazem morada nos seus ramos (NAA). 15Mas deixem o toco e as suas raízes, presos com ferro e bronze; fique ele no chão, em meio a relva do campo. Ele será molhado com o orvalho do céu e com os animais comerá a grama da terra (NVI). 16Que o coração dele seja mudado, para que não seja mais coração humano, e lhe seja dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos. 17Esta sentença é por decreto dos vigilantes, e esta ordem é por mandado dos santos, para que os que vivem saibam que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens. Ele dá esse reino a quem quer, e põe sobre ele até o mais humilde dos homens” (NAA). 18“Esse é o sonho que eu, o rei Nabucodonosor, tive. Agora, Beltessazar, diga-me o significado do sonho, pois nenhum dos sábios do meu reino consegue interpretá-lo para mim, exceto você, pois o espírito dos santos deuses está em você” (NVI).

Profeta Daniel: A Interpretação do Sonho de Nabucodonosor

(Dn 4.19-23) 19Então Daniel, também chamado Beltessazar, ficou estarrecido por algum tempo, e os seus pensamentos o deixaram aterrorizado. Então o rei disse: “Beltessazar, não deixe que o sonho ou a sua interpretação o assuste”. Beltessazar respondeu: “Meu senhor, quem dera o sonho só se aplicasse aos teus inimigos e o seu significado somente aos teus adversários! (NVI) 20A árvore que o rei viu crescia e ficava alta e forte; chegava até o céu e podia ser vista por todo o mundo (NVT), 21cuja folhagem era bela, cujo fruto era abundante, na qual havia sustento para todos, debaixo da qual os animais selvagens achavam sombra, e em cujos ramos as aves do céu faziam morada (NAA), 22essa árvore é o próprio rei. Pois o rei cresceu e se tornou forte e grande; sua grandeza chega até o céu, e seu domínio, até os confins da terra. 23Então o rei viu um mensageiro, um ser santo que descia do céu e que disse: ‘Derrubem a árvore e destruam-na! Mas deixem na terra o toco, com suas raízes, preso com um anel de ferro e bronze e cercado da relva verde. Que seja molhado pelo orvalho do céu e viva com os animais do campo por sete períodos’(NVT).

(Dn 4.24-26) 24“Esta é a interpretação, ó rei, e este é o decreto que o Altíssimo emitiu contra o rei, meu senhor (NVI): 25O senhor será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; o senhor comerá capim como os bois, e será molhado pelo orvalho do céu; e passarão sete tempos, até que o senhor, ó rei, reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer. 26Quanto ao que foi dito, que se deixasse o toco da árvore com as suas raízes, isto significa que o seu reino voltará a ser seu, depois que o senhor tiver reconhecido que o Céu domina” (NAA).

Profeta Daniel: O Conselho do Profeta à Nabucodonosor

(Dn 4.27-28) 27“Portanto, ó rei, aceita o meu conselho: Renuncia a teus pecados e à tua maldade, pratique a justiça e tenha compaixão dos necessitados. Talvez, então, continue a viver em paz” (NVI). 28Tudo isso, de fato, aconteceu com o rei Nabucodonosor (NAA).

Profeta Daniel: Um Ano Depois o Sonho se Cumpre

(Dn 4.29-33) 29Passados doze meses, quando estava passeando no terraço do palácio real da cidade da Babilônia (NAA), 30e disse: “Vejam a grande cidade da Babilônia! Com meu próprio poder, construí esta cidade para ser o centro de meu reino e para mostrar o esplendor de minha majestade” (NVT). 31Enquanto o rei ainda falava, veio uma voz do céu, que disse: “A você, rei Nabucodonosor, se anuncia o seguinte: ‘Este reino lhe foi tirado. 32Você será expulso do meio das pessoas, e a sua morada será com os animais selvagens; você comerá capim como os bois, e passarão sete tempos, até que você reconheça que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos do mundo e os dá a quem ele quer’” (NAA). 33A sentença sobre Nabucodonosor cumpriu-se imediatamente. Ele foi expulso do meio dos homens e passou a comer capim como os bois. Seu corpo molhou-se com o orvalho do céu, até que os seus cabelos e pelos cresceram como as penas da águia, e as suas unhas como as garras das aves (NVI).

Profeta Daniel: Passados Sete Anos: Humildemente o rei Nabucodonosor se prostra diante de Deus

(Dn 4.34-35) 34Ao fim daquele período, eu, Nabucodonosor, levantei os olhos ao céu, e percebi que o meu entendimento tinha voltado. Então louvei o Altíssimo; honrei e glorifiquei aquele que vive para sempre: “O seu domínio é um domínio eterno; o seu reino dura de geração em geração (NVI). 35Todos os moradores da terra são considerados como nada, e o Altíssimo faz o que quer com o exército do céu e com os moradores da terra. Não há quem possa deter a sua mão, nem questionar o que ele faz” (NAA).

(Dn 4.36-37) 36Nesse tempo, recuperei o entendimento e, para a dignidade do meu reino, recuperei também a minha majestade e o meu resplendor. Os meus conselheiros e os homens importantes vieram me procurar, fui restabelecido no meu reino, e a minha grandeza se tornou ainda maior (NAA). 37Agora eu, Nabucodonosor, louvo e exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância (NVI).

REINO DA BABILÔNIAO rei Joaquim é Libertado

(2Rs 25.27) 27No trigésimo sétimo ano do cativeiro de Joaquim, rei de Judá, no dia vinte e sete do décimo segundo mês, Evil-Merodaque, rei da Babilônia, no ano em que começou a reinar, libertou do cárcere Joaquim, rei de Judá (NAA).

(Jr 52.31) 31No ano trinta e sete do exílio do rei Joaquim de Judá, no ano em que Evil-Merodaque tornou-se rei de Babilônia, ele libertou o rei Joaquim de Judá da prisão no dia vinte e cinco do décimo segundo mês (NVI).

(Jr 52.33) 33Providenciou-lhe roupas novas, em lugar das roupas de prisioneiro, e permitiu que ele comesse na presença do rei enquanto vivesse (NVT).

(2Rs 25.29) 29Assim, Joaquim deixou suas vestes de prisão e pelo resto de sua vida comeu à mesa do rei.

O rei Joaquim recebe Subsistência Vitalícia

(2Rs 25.28) 28Evil-Merodaque tratou Joaquim com bondade e lhe deu uma posição mais alta do que a dos outros reis que eram prisioneiros com ele na Babilônia (NTLH).

(Jr 52.32) 32Falou com ele de modo bondoso e lhe deu um lugar de mais honra do que a dos reis que estavam com ele na Babilônia (NAA).

(Jr 52.34) 34E da parte do rei da Babilônia lhe foi dada subsistência vitalícia, uma pensão diária, até o dia da sua morte, durante todos os dias da sua vida (NAA).

(2Rs 25.30) 30E diariamente, enquanto viveu, Joaquim recebeu uma pensão do rei (NVI).

(1Cr 3.17-19a) 17Os filhos de Joaquim, exilado pelos babilônios, foram: Sealtiel, 18Malquirão, Pedaías, Senazar, Jecamias, Hosama e Nedabias. 19aOs filhos de Pedaías foram: Zorobabel e Simei (NVT).

REINO DE JUDÁGenealogia dos Reis de Judá depois de Davi

(1Cr 3.10-16) 10Salomão foi pai de Roboão, Roboão foi pai de Abias, Abias foi pai de Asa, e Asa foi pai de Josafá; 11Josafá foi pai de Jeorão, Jeorão foi pai de Acazias, e Acazias foi pai de Joás; 12Joás foi pai de Amazias, Amazias foi pai de Uzias, e Uzias foi pai de Jotão; 13Jotão foi pai de Acaz, Acaz foi pai de Ezequias, e Ezequias foi pai de Manassés; 14Manassés foi pai de Amom, e Amom foi pai de Josias; 15Josias foi pai de quatro filhos: Joanã, Jeoaquim, Zedequias e Joacaz. 16Jeoaquim foi pai de dois filhos: Joaquim e Zedequias (NTLH).

SALMOSAs Nações rendem Graças

(Sl 67.1-2) 1Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós, 2para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações (NVI).

(Sl 67.3-5) 3Que os povos te louvem, ó Deus, sim, que todos os povos te louvem (NVT). 4Exultem e cantem de alegria as nações, pois governa os povos com justiça e guia as nações na terra (NVI). 5Que os povos te louvem, ó Deus, sim, que todos os povos te louvem (NVT).

(Sl 67.6-7) 6A terra deu o seu fruto, e Deus, o nosso Deus, nos abençoa (NAA). 7Que Deus nos abençoe, e o temam todos os confins da terra (NVI).

SALMOS DE PEREGRINAÇÃOClamor por Auxílio Divino

(Sl 123.1) 1A ti, que habita nos céus, elevo os olhos! (NAA)

(Sl 123.2-4) 2Como os olhos dos servos estão atentos às mãos dos seus senhores, e os olhos da serva, à mão de sua senhora, assim os nossos olhos estão atentos ao Senhor, nosso Deus, até que tenha compaixão de nós (NAA). 3Tem misericórdia de nós, Senhor, tem misericórdia, pois estamos cansados de tanto desprezo. 4Estamos exaustos de tanta zombaria dos orgulhosos e do desprezo dos arrogantes (NVT).

SALMOS DE PEREGRINAÇÃOA Minha Alma anseia pelo Senhor

(Sl 130.1-2) 1Das profundezas clamo a ti, Senhor. 2Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas (NAA).

(Sl 130.3-4) 3Senhor, se mantivesse um registro de nossos pecados, quem, ó Senhor, sobreviveria? (NVT) 4Mas contigo está o perdão, para que seja temido (NAA).

(Sl 130.5-6) 5Espero no Senhor com todo o meu ser, e na sua palavra ponho a minha esperança (NVI). 6A minha alma anseia pelo Senhor mais do que os guardas anseiam pelo romper da manhã. Mais do que os guardas pelo romper da manhã (NAA).

(Sl 130.7-8) 7Espere Israel no Senhor, pois no Senhor há misericórdia; nele, temos ampla redenção. 8É ele quem redime Israel de todas as suas iniquidades (NAA).

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