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Bíblia Cronológica – Versões | Dia 256

256º Dia – 13 de Setembro

IMPÉRIO PERSA

IMPÉRIO PERSASALMOS Saudades da Pátria

(Sl 137.1-2) 1Junto aos rios da Babilônia nós nos sentamos e choramos com saudade de Sião (NVI). 2Pusemos de lado nossas harpas e as penduramos nos galhos dos salgueiros (NVT).

(Sl 137.3-4) 3Os que nos levaram cativos queriam que cantássemos; nossos opressores exigiam uma canção alegre: “Cantem para nós uma das canções de Sião!” 4Mas como poderíamos cantar as canções do Senhor estando em terra estrangeira? (NVT)

(Sl 137.5-6) 5Se eu me esquecer de você, ó Jerusalém, que a minha mão direita se resseque (NAA). 6Que minha língua se prenda ao céu da boca se eu não me lembrar de ti, se não fizer de Jerusalém minha maior alegria (NVT).

(Sl 137.7) 7Lembra-te, Senhor, dos edomitas e do que fizeram quando Jerusalém foi destruída, pois gritavam: “Arrasem-na! Arrasem-na até aos alicerces!” (NVI)

(Sl 137.8-9) 8Ó cidade de Babilônia, destinada à destruição, feliz aquele que lhe retribuir o mal que você nos fez! 9Feliz aquele que pegar os seus filhos e os despedaçar contra a rocha! (NVI)

REINO MEDO-PERSAProfeta Daniel: A Oração pelo Povo Exilado

(Dn 1.21) 21Daniel continuou no palácio até o primeiro ano do reinado de Ciro (NVT).

(Dn 9.1-3) 1No primeiro ano do reinado de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, que foi constituído rei sobre os caldeus (NAA), 2no primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, compreendi pelas Escrituras, conforme a palavra do Senhor dada ao profeta Jeremias, que a desolação de Jerusalém iria durar setenta anos. 3Por isso me voltei para o Senhor Deus com orações e súplicas, em jejum, em pano de saco e coberto de cinza (NVI).

(Dn 9.4-6) 4Orei ao Senhor, meu Deus, e fiz a seguinte confissão: “Ah! Senhor! Deus grande e temível, que guarda a aliança e a misericórdia para com os que te amam e guardam os teus mandamentos (NAA), 5nós temos pecado e somos culpados. Temos sido ímpios e rebeldes, e nos afastamos dos teus mandamentos e das tuas leis (NVI). 6Não demos ouvidos aos teus servos, os profetas, que em teu nome falaram aos nossos reis, aos nossos príncipes, aos nossos pais e a todo o povo da terra” (NAA).

(Dn 9.7-9) 7“Senhor, o Senhor é justo, e hoje estamos envergonhados. Sim, nós, o povo de Judá, de Jerusalém e de todo o Israel, tanto os que estão perto como os que estão distantes, em todas as terras pelas quais nos espalhou por causa de nossa infidelidade para contigo (NVI). 8Ó Senhor, a nós pertence o corar de vergonha, aos nossos reis, aos nossos príncipes e aos nossos pais, porque temos pecado contra ti (NAA). 9O Senhor nosso Deus é misericordioso e perdoador, apesar de termos sido rebeldes” (NVI).

(Dn 9.10-14) 10“Não te demos ouvidos, Senhor, nosso Deus, nem obedecemos às leis que o Senhor nos deu por meio dos teus servos, os profetas (NVI). 11Sim, todo o Israel transgrediu a tua lei e se desviou, deixando de ouvir a tua voz. Por isso, as maldições que estão escritas na Lei de Moisés, servo de Deus, e que foram confirmadas com juramento, se derramaram sobre nós, porque pecamos contra ti. 12Ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, e fez vir sobre nós um grande mal. Nunca antes, debaixo do céu, havia acontecido algo como o que aconteceu com Jerusalém! (NAA) 13Todas as maldições escritas contra nós na Lei de Moisés se cumpriram. E, no entanto, não quisemos buscar a misericórdia do Senhor, nosso Deus, não nos afastamos de nossos pecados nem reconhecemos sua verdade. 14Portanto, o Senhor trouxe sobre nós a calamidade que havia preparado. O Senhor, nosso Deus, foi justo em fazer todas essas coisas, pois não lhe obedecemos” (NVT).

(Dn 9.15-16) 15“Ó Senhor, nosso Deus, o Senhor trouxe honra duradoura para teu nome ao resgatar teu povo do Egito com grande demonstração de poder. Mas nós pecamos e estamos cheios de maldade (NVT). 16Ó Senhor, segundo todas as tuas justiças, afasta a tua ira e o teu furor da tua cidade de Jerusalém, do teu santo monte, porque, por causa dos nossos pecados e por causa das iniquidades de nossos pais, Jerusalém e o teu povo se tornaram objeto de deboche para todos os que estão ao redor de nós” (NAA).

(Dn 9.17-19) 17“E agora, ó nosso Deus, ouve a oração e as súplicas do teu servo. Por amor do Senhor, faça resplandecer o teu rosto sobre o teu Santuário, que está abandonado. 18Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve! Abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo teu nome! Lançamos as nossas súplicas diante de ti não porque confiamos em nossas justiças, mas porque confiamos em tuas muitas misericórdias. 19Ó Senhor, ouve! Ó Senhor, perdoa! Ó Senhor, atende-nos e age! Não se demore, por amor de ti mesmo, ó meu Deus, porque a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome” (NAA).

Profeta Daniel: A Revelação das Setenta Semanas

(Dn 9.20-25) 20Enquanto eu estava falando e orando, confessando o meu pecado e o pecado de Israel, meu povo, e fazendo o meu pedido ao Senhor, ao meu Deus, em favor do seu santo monte; 21enquanto eu ainda estava em oração, Gabriel, o homem que eu tinha visto na visão anterior, veio a mim, voando rapidamente para onde eu estava, à hora do sacrifício da tarde. 22Ele me instruiu e me disse: “Daniel, agora vim para dar-lhe percepção e entendimento. 23Assim que você começou a orar, houve uma resposta, que eu lhe trouxe porque você é muito amado. Por isso, preste atenção à mensagem para entender a visão (NVI): 24‘Setenta semanas estão determinadas para o seu povo e para a sua santa cidade, para acabar com a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia e para ungir o Santo dos Santos’. 25Saiba e entenda isto: ‘Desde que foi dada a ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até a vinda do Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas’. As ruas e as muralhas serão reconstruídas, mas será um tempo de muita angústia” (NAA).

(Dn 9.26-27) 26“Depois das sessenta e duas semanas, o Ungido será morto e não terá nada. O povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o Santuário. O seu fim virá como uma inundação. Até o fim haverá guerra, e desolações foram determinadas (NAA). 27O governante fará um tratado com muitos por um período de uma semana, mas depois de metade desse tempo ele acabará com os sacrifícios e com as ofertas. E, numa parte do templo, ele colocará uma terrível profanação, até que o destino declarado para esse profanador seja finalmente derramado sobre ele” (NVT).

SALMOSArrependimento e Esperança

(Sl 102.1-2) 1Ouve, Senhor, a minha súplica, e cheguem a ti os meus clamores. 2Não esconda de mim o teu rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, responde-me depressa (NAA).

(Sl 102.3-7) 3Pois meus dias somem como fumaça; como brasas ardentes, meus ossos queimam (NVT). 4Cortado como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão (NAA). 5De tanto gemer estou reduzido a pele e osso. 6Sou como a coruja do deserto, como uma coruja entre as ruínas. 7Não consigo dormir; tornei-me como um pássaro solitário no telhado (NVI).

(Sl 102.8-11) 8Os meus inimigos zombam de mim o tempo todo; os que me insultam usam o meu nome para lançar maldições (NVI). 9Por pão tenho comido cinza e as lágrimas se misturam com a minha bebida (NAA), 10por causa da tua indignação e da tua ira, pois me rejeitou e me expulsou para longe de ti (NVI). 11Como a sombra que declina, assim são os meus dias, e eu vou secando como a relva (NAA).

(Sl 102.12-14) 12O Senhor, porém no trono reinará para sempre; o teu nome será lembrado de geração em geração (NVI). 13O Senhor se levantará e terá misericórdia de Sião; já é tempo de lhe mostrar compaixão, este é o momento esperado. 14Pois teus servos amam cada pedra de seus muros e estimam até mesmo o pó em suas ruas (NVT).

(Sl 102.15-22) 15Todas as nações temerão o nome do Senhor, e todos os reis da terra temerão a sua glória, 16quando o Senhor reconstruir Sião e se manifestar na sua glória, 17quando atender à oração do desamparado e não desprezar as suas preces (NAA). 18Escreva-se isto para as futuras gerações, e um povo que ainda será criado louvará o Senhor, proclamando: 19“Do seu Santuário nas alturas o Senhor olhou; dos céus observou a terra, 20para ouvir os gemidos dos prisioneiros e libertar os condenados à morte”. 21Assim o nome do Senhor será anunciado em Sião e o seu louvor, em Jerusalém (NVI), 22quando se reunirem os povos e os reinos, para servirem o Senhor (NAA).

(Sl 102.23-28) 23No meio de minha vida, ele me tirou as forças e me encurtou os dias (NVT). 24Então pedi: “Ó meu Deus, não me leve no meio dos meus dias. Os teus dias duram por todas as gerações!” 25No princípio firmou os fundamentos da terra, e os céus são obras das tuas mãos. 26Eles perecerão, mas o Senhor permanecerá; envelhecerão como vestimentas. Como roupas o Senhor os trocará e serão jogados fora (NVI). 27O Senhor, porém, é sempre o mesmo, e os teus anos jamais terão fim. 28Os filhos dos teus servos habitarão seguros, e diante de ti se estabelecerá a sua descendência (NAA).

O Decreto do rei Ciro

(Ed 1.1-4) 1No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, o Senhor cumpriu a profecia que havia anunciado por meio de Jeremias. Despertou o coração de Ciro para registrar por escrito a seguinte proclamação e enviá-la a todo o seu reino (NVT): 2“Assim diz Ciro, rei da Pérsia: ‘O Senhor, Deus dos céus, me deu todos os reinos da terra e me encarregou de lhe edificar um Templo em Jerusalém, que fica em Judá (NAA). 3Quem pertence ao povo de Deus, volte a Jerusalém, em Judá, para reconstruir o Templo do Senhor, o Deus de Israel, que habita em Jerusalém. E que seu Deus esteja com vocês! 4Onde quer que se encontre esse remanescente judeu, que seus vizinhos ajudem com as despesas, dando-lhes prata e ouro, suprimentos e animais, além de ofertas voluntárias para o Templo de Deus, em Jerusalém’” (NVT).

(2Cr 36.22-23) 22No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor anunciada por Jeremias, o Senhor tocou no coração de Ciro, rei da Pérsia, para que fizesse uma proclamação em todo o território de seu domínio e a pusesse por escrito, nestes termos: 23“Assim declaro eu, Ciro, rei da Pérsia: ‘O Senhor, o Deus dos céus, deu-me todos os reinos da terra e designou-me para construir um Templo para ele em Jerusalém, na terra de Judá. Quem dentre vocês pertencer ao seu povo vá para Jerusalém, e que o Senhor, o seu Deus, esteja com ele’” (NVI).

SALMOS DE PEREGRINAÇÃOConsolo para os que Choram

(Sl 126.1-3) 1Quando o Senhor restaurou a sorte de Sião, ficamos como quem sonha. 2Então a nossa boca se encheu de riso, e a nossa língua, de júbilo. Então entre as nações se dizia: “Grandes coisas o Senhor tem feito por eles”. 3De fato, grandes coisas o Senhor fez por nós; por isso, estamos alegres (NAA).

(Sl 126.4-6) 4Restaura, Senhor, nossa situação, como os riachos revigoram o deserto (NVT). 5Aqueles que semeiam com lágrimas, com cantos de alegria colherão (NVI). 6Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes (NAA).

SALMOS DOS FILHOS DE CORÁPetição de Perdão

(Sl 85.1-5) 1Senhor, o Senhor abençoou a tua terra; restaurou a condição de Israel (NVT). 2Perdoou a iniquidade de teu povo, encobriu todos os seus pecados. 3A tua indignação, reprimiu-a toda; do furor da tua ira se desviou (NAA). 4Restaura-nos mais uma vez, ó Deus, nosso Salvador, e desfaça o teu furor para conosco. 5Ficará indignado conosco para sempre? Prolongará a tua ira por todas as gerações? (NVI)

(Sl 85.6-7) 6Será que não tornará a vivificar-nos, para que em ti se alegre o teu povo? 7Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia e concede-nos a tua salvação (NAA).

(Sl 85.8-11) 8Ouço com atenção o que Deus, o Senhor, diz, pois ele fala de paz a seu povo fiel; que não voltem, porém, a seus caminhos insensatos (NVT). 9Perto está a salvação que ele trará aos que o temem, e a sua glória habitará em nossa terra. 10O amor e a fidelidade se encontrarão; a justiça e a paz se beijarão. 11A fidelidade brotará da terra, e a justiça descerá dos céus (NVI).

(Sl 85.12-13) 12Também o Senhor dará o que é bom, e a nossa terra produzirá o seu fruto. 13A justiça irá adiante do Senhor, cujas pegadas ela transforma em caminhos (NAA).

REINO MEDO-PERSAInicia-se a Mobilização para o Retorno à Jerusalém

(Ed 1.5-6) 5Então os líderes das famílias de Judá e de Benjamim, como também os sacerdotes e os levitas, todos aqueles cujo coração Deus despertou, dispuseram-se a ir para Jerusalém e a construir o Templo do Senhor (NVI). 6Todos os seus vizinhos ajudaram, dando-lhes utensílios de prata e ouro, suprimentos e animais. Também lhes deram muitos presentes valiosos, além de todas as ofertas voluntárias (NVT).

(Ed 1.7-8) 7Além disso, o rei Ciro mandou tirar os utensílios pertencentes ao Templo do Senhor, os quais Nabucodonosor tinha levado de Jerusalém e colocado no templo do seu deus. 8Ciro, rei da Pérsia, ordenou que fossem tirados pelo tesoureiro Mitredate, que os enumerou e os entregou a Sesbazar, governador de Judá (NVI).

(Ed 1.9-11) 9Esta é uma lista dos objetos que foram devolvidos: Trinta bacias de ouro, mil bacias de prata, vinte e nove incensários de prata, 10trinta tigelas de ouro, quatrocentas e dez tigelas de prata, mil objetos diversos (NVT). 11Todos os utensílios de ouro e de prata foram cinco mil e quatrocentos. Sesbazar levou todos esses consigo, quando os exilados voltaram da Babilônia para Jerusalém (NAA).

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