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Bíblia Cronológica – Versões | Dia 340

340º Dia – 6 de Dezembro

O NOVO TESTAMENTO

CIDADE DE CORINTOContinuação da CARTA AOS ROMANOS

Abraão Justificado pela Fé

(Rm 4.1-3) 1Que diremos, então, a respeito de Abraão, nosso pai segundo a carne? O que foi que ele conseguiu? 2Porque, se Abraão foi justificado por obras, tem do que se orgulhar, porém não diante de Deus. 3Pois o que diz a Escritura? Ela diz: “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi atribuído para justiça” (NAA).

(Rm 4.4-9) 4Ora, para quem trabalha, o salário não é considerado como favor, mas como dívida (NAA). 5Todavia, àquele que não trabalha, mas confia em Deus que justifica o ímpio, sua fé lhe é creditada como justiça (NVI). 6Davi também falou a esse respeito quando descreveu a felicidade daqueles que são considerados justos sem terem trabalhado para isso (NVT): 7Davi disse: “Bem-aventurados aqueles cujas transgressões são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; 8bem-aventurado aquele a quem o Senhor jamais atribuir pecado” (NAA). 9Esta bem-aventurança vem apenas sobre os circuncisos ou será que ela vem também sobre os incircuncisos? Porque dizemos: “A fé foi atribuída a Abraão para justiça” (NVT).

(Rm 4.10-12) 10Como, pois, lhe foi atribuída? Estando ele já circuncidado ou sendo ainda incircunciso? Não foi no regime da circuncisão, mas quando ele ainda não havia sido circuncidado (NAA). 11A circuncisão era um sinal de que Abraão já possuía fé e de que Deus já o havia declarado justo, mesmo antes de ele ser circuncidado. Portanto, Abraão é o pai daqueles que têm fé mas não foram circuncidados. Eles são considerados justos por causa de sua fé. 12E Abraão também é o pai daqueles que foram circuncidados, mas somente se tiverem o mesmo tipo de fé que Abraão tinha antes de ser circuncidado (NVT).

A Promessa Realizada Através da Fé

(Rm 4.13-15) 13A promessa de que seria herdeiro do mundo não veio a Abraão ou à sua descendência por meio da Lei, e sim por meio da justiça da fé. 14Pois, se os da Lei é que são os herdeiros, anula-se a fé e cancela-se a promessa (NAA). 15Pois a Lei traz ira sobre aqueles que tentam obedecer a ela. A única forma de não quebrar a Lei é não ter Lei nenhuma para quebrar! (NVT)

(Rm 4.16-17) 16Essa é a razão por que provém da fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja garantida para toda a descendência, não somente à descendência que está no regime da Lei, mas também à descendência que tem a fé que Abraão teve, porque Abraão é pai de todos nós (NAA). 17Como está escrito: “Eu o constituí pai de muitas nações”. Ele é nosso pai aos olhos de Deus, em quem creu, o Deus que dá vida aos mortos e chama à existência coisas que não existem, como se existissem (NVI).

(Rm 4.18) 18Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações, segundo lhe havia sido dito: “Assim será a sua descendência” (NAA).

(Rm 4.19-21) 19E, sem enfraquecer na fé, levou em conta o seu próprio corpo já amortecido, tendo ele quase cem anos, e a esterilidade do ventre de Sara (NAA). 20Mesmo assim não duvidou nem foi incrédulo em relação à promessa de Deus, mas foi fortalecido em sua fé e deu glória a Deus, 21estando plenamente convencido de que ele era poderoso para cumprir o que havia prometido (NVI).

(Rm 4.22-25) 22Assim, também isso lhe foi atribuído para justiça. 23E as palavras “lhe foi atribuído”, foram escritas não somente por causa dele, 24mas também por nossa causa, visto que a nós igualmente nos será atribuído, a saber, a nós que cremos naquele que ressuscitou dentre os mortos a Jesus, nosso Senhor, 25o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitou para a nossa justificação (NAA).

Paz com Deus Através da Fé

(Rm 5.1-5) 1Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio do nosso Senhor Jesus Cristo, 2pelo qual obtivemos também acesso, pela fé, a esta graça na qual estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. 3E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança, 4a perseverança produz experiência e a experiência produz esperança (NAA). 5E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu (NVI).

(Rm 5.6-9) 6De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios (NVI). 7Dificilmente alguém morreria por um justo, embora por uma pessoa boa alguém talvez tenha coragem para morrer. 8Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores. 9Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira (NAA).

(Rm 5.10-11) 10Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida! (NAA) 11Não apenas isso, mas também nos gloriamos em Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo, mediante quem recebemos agora a reconciliação (NVI).

Morte em Adão, Vida em Cristo

(Rm 5.12-13) 12Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado veio a morte, assim também a morte passou a toda a humanidade, porque todos pecaram. 13Pois antes de ser dada a Lei, o pecado já estava no mundo. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe Lei (NVI).

(Rm 5.14-16) 14No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir. 15Mas o dom gratuito não é como a ofensa. Porque, se muitos morreram pela ofensa de um só, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos! 16O dom, entretanto, não é como no caso em que somente um pecou. Porque o julgamento derivou de uma só ofensa, para a condenação; mas a graça deriva de muitas ofensas, para a justificação (NAA).

(Rm 5.17-19) 17Se a morte reinou pela ofensa de um e por meio de um só, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. 18Portanto, assim como, por uma só ofensa, veio o juízo sobre todos os seres humanos para condenação, assim também, por um só ato de justiça, veio a graça sobre todos para a justificação que dá vida. 19Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos (NAA).

(Rm 5.20-21) 20A Lei foi introduzida para que a transgressão fosse ressaltada. Mas onde aumentou o pecado, transbordou a graça (NVI). 21Portanto, assim como o pecado reinou sobre todos e os levou à morte, agora reina a graça, que nos declara justos diante de Deus e resulta na vida eterna por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor (NVT).

Morto para o Pecado, Vivo para Deus

(Rm 6.1-2) 1Que diremos, então? Continuaremos no pecado, para que a graça aumente ainda mais? 2De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós, que já morremos para ele? (NAA)

(Rm 6.3-8) 3Ou será que vocês ignoram que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na sua morte? 4Fomos sepultados com ele na morte pelo batismo, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós andemos em novidade de vida. 5Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição (NAA), 6sabendo isto: que a nossa velha natureza foi crucificada com ele, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sejamos mais escravos do pecado. 7Pois, quando morremos com Cristo, fomos libertos do poder do pecado (NVT). 8Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também viveremos com ele (NAA).

(Rm 6.9-11) 9Pois sabemos que, tendo sido ressuscitado dos mortos, Cristo não pode morrer outra vez: a morte não tem mais domínio sobre ele. 10Porque morrendo, ele morreu para o pecado uma vez por todas; mas vivendo, vive para Deus (NVI). 11Assim também vocês se considerem mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus (NAA).

(Rm 6.12-14) 12Portanto, não permitam que o pecado reine em seu corpo mortal, fazendo com que vocês obedeçam às suas paixões. 13Também não ofereçam os membros do corpo ao pecado, como instrumentos de injustiça, mas, como pessoas que passaram da morte para a vida, ofereçam a si mesmos a Deus e ofereçam os seus membros a Deus, como instrumentos de justiça. 14Porque o pecado não terá domínio sobre vocês, pois vocês não estão debaixo da Lei, e sim da graça (NAA).

Escravos da Justiça

(Rm 6.15-16) 15E então? Havemos de pecar porque não estamos debaixo da Lei, e sim da graça? De modo nenhum! 16Será que vocês não sabem que, ao se oferecerem como servos para obediência, vocês são servos daquele a quem obedecem, seja do pecado, que leva à morte, ou da obediência, que conduz à justiça? (NAA)

(Rm 6.17-18) 17Mas, graças a Deus, porque, embora vocês tenham sido escravos do pecado, passaram a obedecer de coração à forma de ensino que lhes foi transmitida. 18Vocês foram libertados do pecado e tornaram-se escravos da justiça (NVI).

(Rm 6.19-23) 19Falo em termos humanos, por causa das limitações de vocês. Assim como ofereceram os seus membros para que fossem escravos da impureza e da maldade que leva à maldade, assim ofereçam agora os seus membros para que sejam servos da justiça para a santificação (NAA). 20Quando eram escravos do pecado, estavam livres da obrigação de fazer o que é certo (NVT). 21Naquele tempo, que frutos vocês colheram? Somente as coisas de que agora vocês se envergonham. Porque o fim delas é morte. 22Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, o fruto que vocês colhem é para a santificação. E o fim, neste caso, é a vida eterna. 23Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (NAA).

Libertados da Lei

(Rm 7.1-3) 1Meus irmãos, falo a vocês como a pessoas que conhecem a Lei. Acaso vocês não sabem que a Lei tem autoridade sobre alguém apenas enquanto ele vive? 2Por exemplo, pela lei a mulher casada está ligada a seu marido enquanto ele estiver vivo; mas, se o marido morrer, ela estará livre da Lei do casamento (NVI). 3Portanto, enquanto o marido estiver vivo, se ela se casar com outro homem, cometerá adultério. Mas, se o marido morrer, ela ficará livre dessa lei e não cometerá adultério ao se casar novamente (NVT).

(Rm 7.4-6) 4Assim, meus irmãos, vocês morreram para o poder da Lei quando morreram com Cristo, e agora estão unidos com aquele que foi ressuscitado dos mortos. Como resultado, podemos produzir uma colheita de boas obras para Deus. 5Quando éramos controlados pela natureza humana, desejos pecaminosos atuavam dentro de nós, e a Lei despertava esses desejos maus, que produziam uma colheita de obras pecaminosas cujo resultado era a morte (NVT). 6Agora, porém, estamos livres da Lei, pois morremos para aquilo a que estávamos sujeitos, para que sirvamos da maneira nova, segundo o Espírito, e não da maneira antiga, segundo a letra (NAA).

A Lei e o Pecado

(Rm 7.7-8) 7Que diremos, então? Que a Lei é pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, a não ser por meio da Lei. Porque eu não teria conhecido a cobiça, se a Lei não tivesse dito: “Não cobice”. 8Mas o pecado, aproveitando a ocasião dada pelo mandamento, despertou em mim todo tipo de cobiça. Porque, sem Lei, o pecado está morto (NAA).

(Rm 7.9-12) 9Houve um tempo em que, sem a Lei, eu vivia. Mas, quando veio o mandamento, o pecado reviveu, e eu morri. 10E verifiquei que o mandamento que me havia sido dado para vida, esse se tornou mandamento para morte. 11Porque o pecado, aproveitando a ocasião dada pelo mandamento, me enganou e, por meio do mandamento, me matou. 12Assim, a Lei é santa e o mandamento é santo, justo e bom (NAA).

(Rm 7.13) 13Então, aquilo que é bom se tornou morte para mim? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para mostrar-se como pecado, por meio de uma coisa boa causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, o pecado mostrasse toda a sua força de pecado (NAA).

(Rm 7.14-21) 14Porque bem sabemos que a Lei é espiritual. Eu, porém, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. 15Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto (NAA). 16Mas, se eu sei que o que faço é errado, isso mostra que concordo que a Lei é boa. 17Portanto, não sou eu quem faz o que é errado, mas o pecado que habita em mim (NVT). 18Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim, mas não o realizá-lo. 19Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço. 20Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim (NAA). 21Assim, descobri esta lei em minha vida: quando quero fazer o que é certo, percebo que o mal está presente em mim (NVT).

(Rm 7.22-25) 22Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na Lei de Deus (NAA). 23Mas vejo outra lei atuando nos membros do meu corpo, guerreando contra a lei da minha mente, tornando-me prisioneiro da Lei do pecado que atua em meus membros (NVI). 24Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? (NAA) 25Graças a Deus, a resposta está em Jesus Cristo, nosso Senhor. Na mente, quero, de fato, obedecer à Lei de Deus, mas, por causa de minha natureza humana, sou escravo do pecado (NVT).

Viver no Espírito

(Rm 8.1-2) 1Agora, portanto, já não há nenhuma condenação para os que estão em Cristo Jesus (NVT), 2porque por meio de Cristo Jesus a lei do Espírito de vida me libertou da Lei do pecado e da morte (NVI).

(Rm 8.3-5) 3A Lei não era capaz de nos salvar por causa da fraqueza de nossa natureza humana, por isso Deus fez o que a Lei era incapaz de fazer ao enviar seu Filho na semelhança de nossa natureza humana pecaminosa e apresentá-lo como sacrifício por nosso pecado. Com isso, declarou o fim do domínio do pecado sobre nós, 4de modo que nós, que agora não seguimos mais nossa natureza humana, mas sim o Espírito, possamos cumprir as justas exigências da Lei (NVT). 5Os que vivem segundo a carne se inclinam para as coisas da carne, mas os que vivem segundo o Espírito se inclinam para as coisas do Espírito (NAA).

(Rm 8.6-8) 6Portanto, permitir que a natureza humana controle a mente resulta em morte, mas permitir que o Espírito controle a mente resulta em vida e paz. 7Pois a mentalidade da natureza humana é sempre inimiga de Deus. Nunca obedeceu às leis de Deus, e nunca obedecerá. 8Por isso aqueles que ainda estão sob o domínio de sua natureza humana não podem agradar a Deus (NVT).

(Rm 8.9-11) 9Entretanto, vocês não estão sob o domínio da carne, mas do Espírito, se de fato o Espírito de Deus habita em vocês. E, se alguém não tem o Espírito de Cristo, não pertence a Cristo (NVI). 10Uma vez que Cristo habita em vocês, embora o corpo morra por causa do pecado, o Espírito lhes dá vida porque vocês foram declarados justos diante de Deus. 11E, se o Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos habita em vocês, o Deus que ressuscitou Cristo Jesus dos mortos dará vida a seu corpo mortal, por meio desse mesmo Espírito que habita em vocês (NVT).

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