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Bíblia Cronológica – Versões | Dia 357

357º Dia – 23 de Dezembro

O NOVO TESTAMENTO

LOCAL INCERTO – Continuação da CARTA AOS HEBREUS

A Certeza das Promessas de Deus

(Hb 6.13-15) 13Pois, quando Deus fez a promessa a Abraão, visto que não tinha ninguém superior por quem jurar, jurou por si mesmo (NAA), 14dizendo: “Esteja certo de que o abençoarei e farei numerosos os seus descendentes”. 15E foi assim que, depois de esperar pacientemente, Abraão alcançou a promessa (NVI).

(Hb 6.16-17) 16Os homens juram por alguém superior a si mesmos, e o juramento confirma o que foi dito, pondo fim a toda discussão (NVI). 17Por isso, Deus, quando quis mostrar com mais clareza aos herdeiros da promessa que o seu propósito era imutável, confirmou-o com um juramento (NAA).

(Hb 6.18-20) 18A promessa e o juramento não podem ser mudados, pois é impossível que Deus minta. Portanto, nós que nele nos refugiamos estamos firmemente seguros ao nos apegarmos à esperança posta diante de nós (NVT). 19Temos essa esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o Santuário interior, por trás do véu (NVI), 20onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado Sumo Sacerdote para sempre, segundo a Ordem de Melquisedeque (NAA).

A Ordem Sacerdotal de Melquisedeque

(Hb 7.1-4) 1Porque este Melquisedeque, rei de Salém, Sacerdote do Deus Altíssimo, foi ao encontro de Abraão, quando este voltava da matança dos reis, e o abençoou. 2Foi para ele que Abraão separou o dízimo de tudo. Primeiramente o nome dele significa “rei da justiça”; depois também é “rei de Salém”, ou seja, “rei da paz” (NAA). 3Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus, ele permanece sacerdote para sempre (NVI). 4Vejam como era grande esse a quem Abraão, o patriarca, pagou o dízimo tirado dos melhores despojos (NAA).

(Hb 7.5-7) 5A Lei de Moisés exigia que os Sacerdotes, os descendentes de Levi, recebessem o dízimo de seus irmãos israelitas, que também são descendentes de Abraão. 6Melquisedeque, porém, que não era descendente de Levi, recebeu o dízimo e, em seguida, abençoou Abraão, que já havia recebido as promessas (NVT). 7Evidentemente, não há dúvida de que o inferior é abençoado pelo superior (NAA).

(Hb 7.8-10) 8Aliás, aqui os que recebem dízimos são homens mortais, porém ali o dízimo foi recebido por aquele de quem se testifica que vive (NAA). 9Além disso, pode-se dizer que os Levitas, que recebem o dízimo, também o entregaram por meio de Abraão. 10Embora Levi ainda não tivesse nascido, a semente da qual ele veio já estava no corpo de Abraão, seu antepassado, quando Melquisedeque se encontrou com ele (NVT).

Jesus Comparado à Melquisedeque

(Hb 7.11-14) 11Portanto, se o Sacerdócio de Levi, sob o qual o povo recebeu a Lei, pudesse ter alcançado a perfeição, por que seria necessário estabelecer outro Sacerdócio, com um Sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque, em vez da Ordem de Arão? (NVT) 12Pois, quando se muda o Sacerdócio, necessariamente muda também a lei (NAA). 13Pois o Sacerdote ao qual estamos nos referindo pertence a outra tribo, cujos membros nunca serviram no altar como Sacerdotes. 14De fato, como todos sabem, nosso Senhor veio da tribo de Judá, e Moisés nunca mencionou que dessa tribo viriam Sacerdotes (NVT).

(Hb 7.15-17) 15O que acabamos de dizer fica ainda mais claro quando aparece outro Sacerdote semelhante a Melquisedeque, 16alguém que se tornou Sacerdote, não por regras relativas à linhagem, mas segundo o poder de uma vida indestrutível (NVI). 17Pois a respeito dele foi dito: “Você é sacerdote para sempre, segundo a Ordem de Melquisedeque” (NVT).

(Hb 7.18-19) 18Assim sendo, está abolida a prescrição anterior, porque era fraca e sem proveito (BJ). 19Pois a Lei nunca tornou perfeita coisa alguma. Agora, porém, temos certeza de uma esperança superior, pela qual nos aproximamos de Deus (NVT).

(Hb 7.20-22) 20Esse novo sistema foi instituído com um juramento solene. Os outros se tornaram Sacerdotes sem esse juramento (NVT), 21mas este foi feito Sacerdote com juramento, por aquele que lhe disse: “O Senhor jurou e não se arrependerá: ‘Você é sacerdote para sempre’” (NAA). 22Jesus tornou-se, por isso mesmo, a garantia de uma aliança superior (NVI).

(Hb 7.23-25) 23Além disso, havia muitos Sacerdotes, pois, a morte os impedia de continuar a desempenhar suas funções (NVT). 24Mas, visto que vive para sempre, Jesus tem um Sacerdócio permanente. 25Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, se aproximam de Deus, pois vive sempre para interceder por eles (NVI).

(Hb 7.26-28) 26É de um Sumo Sacerdote como esse que precisávamos: santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus (NVI). 27Ele não precisa oferecer sacrifícios diariamente, ao contrário dos outros Sumos Sacerdotes, que os ofereciam primeiro por seus próprios pecados e depois pelos pecados do povo. Ele, porém, o fez de uma vez por todas quando ofereceu a si mesmo como sacrifício. 28A Lei nomeava Sacerdotes limitados pela fraqueza humana. Mas, depois da Lei, Deus nomeou com juramento seu Filho, que se tornou o Sumo Sacerdote perfeito para sempre (NVT).

Jesus, Sumo Sacerdote de Maior Aliança

(Hb 8.1-2) 1O mais importante é que temos um Sumo Sacerdote sentado no lugar de honra à direita do trono do Deus Majestoso no céu. 2Ele ministra ali no verdadeiro Tabernáculo, o Santuário construído pelo Senhor, e não por mãos humanas (NVT).

(Hb 8.3-5) 3E, visto que todo Sumo Sacerdote deve apresentar ofertas e sacrifícios, era necessário que esse Sumo Sacerdote também apresentasse uma oferta. 4Se ele estivesse na terra, não seria Sacerdote, pois existem Sacerdotes que apresentam as ofertas de acordo com a Lei de Moisés. 5O serviço Sacerdotal que eles realizam é apenas uma representação, uma sombra das coisas celestiais. Pois, quando Moisés se preparava para construir o Tabernáculo, Deus o advertiu: “Cuide para que tudo seja feito de acordo com o modelo que eu lhe mostrei aqui no monte” (NVT).

(Hb 8.6-13) 6Mas agora Jesus obteve um Ministério tanto mais excelente, quanto é também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas (NAA). 7Pois, se aquela primeira aliança fosse perfeita, não seria necessário procurar lugar para outra (NVI). 8Mas Deus vê que o seu povo é culpado e diz: “Está chegando o tempo”, diz o Senhor, “em que farei uma nova aliança com o povo de Israel e com o povo de Judá (NTLH). 9Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles”, diz o Senhor (NVI). 10“Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias”, diz o Senhor: “na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo (ARA). 11Ninguém mais ensinará ao seu próximo nem ao seu irmão, dizendo: ‘Conheça ao Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior. 12Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados” (NVI). 13Quando Deus fala de uma “nova aliança”, significa que tornou obsoleta a aliança anterior. E aquilo que se torna obsoleto e antiquado logo desaparece (NVT).

O Santuário Terrestre

(Hb 9.1-5) 1Ora, a primeira aliança tinha regras para a adoração e também um Santuário terreno. 2Foi levantado um Tabernáculo; na parte da frente, chamada Lugar Santo, estavam o candelabro, a mesa e os pães da Presença. 3Por trás do segundo véu havia a parte chamada Lugar Santíssimo (NVI). 4Nessa parte ficava o altar de ouro para o incenso e a Arca da Aliança, inteiramente coberta de ouro. Dentro da Arca havia um vaso de ouro contendo maná, a vara de Arão que floresceu e as tábuas de pedra da aliança (NVT). 5Sobre a Arca estavam os querubins de glória, que, com a sua sombra, cobriam o propiciatório. Mas dessas coisas não falaremos, agora, com mais detalhes (NAA).

(Hb 9.6-8) 6Estando tudo assim preparado, os Sacerdotes entravam regularmente no Lugar Santo do Tabernáculo, para exercer o seu Ministério. 7No entanto, somente o Sumo Sacerdote entrava no Lugar Santíssimo, apenas uma vez por ano, e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício, que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância. 8Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifestado o caminho para o Lugar Santíssimo enquanto permanecia o primeiro Tabernáculo (NVI).

(Hb 9.9-10) 9Essa é uma ilustração que aponta para o tempo presente, pois as ofertas e os sacrifícios que os Sacerdotes apresentam não podem criar no adorador uma consciência totalmente limpa. 10Tratava-se apenas de alimentos e bebidas e várias cerimônias de purificação; eram regras externas, válidas apenas até que se estabelecesse um sistema melhor (NVT).

Cristo, o Sacrifício Perfeito

(Hb 9.11-12) 11Cristo se tornou o Sumo Sacerdote de todos os benefícios agora presentes. Ele entrou naquele Tabernáculo maior e mais perfeito no céu, que não foi feito por mãos humanas nem faz parte deste mundo criado (NVT). 12Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Lugar Santíssimo de uma vez por todas, e obteve eterna redenção (NVI).

(Hb 9.13-14) 13Ora, se o sangue de bodes e touros e as cinzas de uma novilha espalhadas sobre os que estão cerimonialmente impuros os santificam, de forma que se tornam exteriormente puros, 14quanto mais, então, o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo! (NVI)

(Hb 9.15) 15Por essa razão, Cristo é o Mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança (NVI).

(Hb 9.16-18) 16Porque, onde há um testamento, é necessário constatar a morte de quem o fez (NAA). 17O testamento só se torna válido após a morte da pessoa. Enquanto ela ainda estiver viva, o testamento não entra em vigor (NVT). 18Por isso, nem a primeira aliança foi estabelecida sem sangue (NAA).

(Hb 9.19-21) 19Depois de ler todos os mandamentos da Lei a todo o povo, Moisés pegou o sangue de novilhos e de bodes, e também água, e os aspergiu com ramos de hissopo e lã vermelha sobre o Livro da Lei e sobre todo o povo (NVT). 20Em seguida, disse: “Este sangue confirma a aliança que Deus fez com vocês” (NVT). 21Igualmente também aspergiu com sangue o Tabernáculo e todos os utensílios do serviço sagrado (NAA).

(Hb 9.22-23) 22De fato, segundo a Lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão. 23Portanto, era necessário que as cópias das coisas que estão nos céus fossem purificadas com esses sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios superiores (NVI).

(Hb 9.24-26) 24Pois Cristo não entrou num Santuário feito por mãos humanas, mera representação do Santuário verdadeiro no céu. Ele entrou no próprio céu, a fim de agora se apresentar diante de Deus em nosso favor. 25E ele não entrou no céu para oferecer a si mesmo repetidamente, como o Sumo Sacerdote aqui na terra, que todos os anos entra no Lugar Santíssimo com o sangue de um animal (NVT). 26Se fosse assim, ele precisaria ter sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao chegar ao fim dos tempos, ele se manifestou uma vez por todas, para aniquilar o pecado por meio do sacrifício de si mesmo (NAA).

(Hb 9.27-28) 27E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo, 28assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez por todas para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, não para tirar pecados, mas para salvar aqueles que esperam por ele (NAA).

Cristo, o Último Sacrifício

(Hb 10.1-2) 1Ora, visto que a Lei é apenas uma sombra dos bens vindouros, não a imagem real das coisas, nunca consegue aperfeiçoar aqueles que se aproximam de Deus com os mesmos sacrifícios que, ano após ano, continuamente, eles oferecem (NAA). 2Se tivessem esse poder, já não precisariam existir, pois os adoradores teriam sido purificados de uma vez por todas, e a consciência de seus pecados teria desaparecido (NVT).

(Hb 10.3-7) 3Em vez disso, esses sacrifícios os lembravam de seus pecados todos os anos. 4Pois é impossível que o sangue de touros e bodes remova pecados (NVT). 5Por isso, quando Cristo veio ao mundo, disse: “Sacrifício e oferta não quis, mas um corpo me preparou (NVI). 6Não se agradou de holocaustos, nem de outras ofertas pelo pecado (NVT). 7Então eu disse: ‘Aqui estou, no Livro está escrito a meu respeito; vim para fazer a tua vontade, ó Deus’” (NVI).

(Hb 10.8-10) 8Primeiro ele disse: “Sacrifícios, ofertas, holocaustos e ofertas pelo pecado não quis nem deles se agradou” (os quais eram feitos conforme a Lei) (NVI). 9Então acrescentou: “Aqui estou para fazer tua vontade”. Ele cancela a primeira aliança a fim de estabelecer a segunda. 10Pois a vontade de Deus era que fôssemos santificados pela oferta do corpo de Jesus Cristo, de uma vez por todas (NVT).

(Hb 10.11-13) 11O Sacerdote se apresenta todos os dias para realizar os serviços sagrados e oferece repetidamente os mesmos sacrifícios que nunca podem remover os pecados (NVT). 12Jesus, porém, tendo oferecido, para sempre, um único sacrifício pelos pecados, assentou-se à direita de Deus, 13aguardando, daí em diante, “até que os seus inimigos sejam postos por estrado dos seus pés” (NAA).

(Hb 10.14-18) 14Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre os que estão sendo santificados (NAA). 15E o Espírito Santo também testemunha que isso é verdade, pois diz (NVT): 16“Esta é a aliança que farei com eles, depois daqueles dias, diz o Senhor. Porei as minhas leis em seus corações e as escreverei em suas mentes” (NVI); 17acrescenta: “Também dos seus pecados e das suas iniquidades jamais me lembrarei”. 18Ora, onde há remissão de pecados, não existe mais necessidade de sacrifício pelo pecado (NAA).

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